
Imagem criada com uma atmosfera futurista e tensa, mostrando uma inteligência artificial aparentemente fora de controle humano.
Não do jeito que você pensa! E sim no sentido de estarmos propensos a/inclinados para um(a) determinado(o) destino híbrido na interação humano-máquina, ou em direção ao inevitável descontrole frente às nossas perdas sucessivas de autonomia, identidade e liberdade individual. Sob os argumentos de que não é a inteligência artificial que vai sair do controle, e sim os humanos que irão perder o controle sobre as IAs. E o que resultará de tudo isso será de nossa responsabilidade pessoal, visto que o nosso futuro não adianta mais ser atribuído somente ao que será decidido pelas máquinas (a exemplo da famigerada desculpa de não foi nossa “culpa”, mas que houve erro/falha do sistema).
Mas, afinal, estou querendo dizer com isso? Se nada for feito até lá, iremos perder o controle sobre tecnologias a que(m) delegamos cada vez mais controle e poder de decisão. Uma discussão que gira em torno de um processo invisível, não linear, sobre recursos finitos e que hoje está inserida no dilema/debate entre o que entendemos como proteção e/ou controle excessivo sobre as IAs.
Ademais, que tem a ver tanto com o fenômeno da antropomorfização que venho pesquisando há algum tempo, quanto ao seu processo inverso que se retroalimenta daquele: o do LLMismo, ou seja, da crescente robotização das pessoas (de que nós humanos já estamos agindo no modo/piloto automático tal qual às chamadas máquinas autônomas).
Em construção (….)
